quinta-feira, 23 de junho de 2011

EDUCAÇÃO NO BRASIL
A educação no Brasil passa pelo mesmo processo de a muito anos.
Entra político e sai político e a cena se repete.
Discurso ensaidos a o longo dos anos,
sempre com a mesma conotação.
Professores mal- remunerados, com carga de trabalho excessiva,
para poder ter um pouco mais de dignidade.
Alguns bem preparados, outros nem tanto.
Por culpa da falta de condições imposta a o longo dos anos de governos
e seus discursoso vazios.
Há muitos cursos criados, sem dúvida, que podem dar uma chance a quem não teve.
Porém, a falta de respeito e consideração a o professor,
que tem a mais divina das missões.
torna o ensino o que é hoje...
professores desestimulados,
alunos desestimulados.
Transporte ou merenda é obrigação!!!
Está na lei!!!
Por este motivo aprendia amar e respeitar meus professores e professoras.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Uma situação engraçada

UMA SITUAÇÃO ENGRAÇADA
AMIGOS À PARTE
Numa bela tarde confidenciava alegremente,
dois dos mais chegados amigos.
Bela tarde de sol sob o verão.
A o longe, o verde das colinas e pássaros piando de contentamento.
HEHEHE!!!!! A risada já corria solta.
Os dois companheiros já na quinta cerveja.
E a conversa...bão...
a conversa já estava ficando proibida para menores.
" Mas bah! se m...fosse mulher já tava todo c...HEHEHE!!!!!! "
Já ia lá pela oitava cerveja.
Então um dos amigos resolve telefonar pra uma garota.
Só que o lesado é noivo!!!
" TRIM!!!TRIM!!!TRIM!!!Alô!!!HEHEHE!!!!! e a e gatona!!!!
Vamo cume uma pizza hoje???HEHEHE!!!!!
Gostosa! Luciana minha gostosa!HEHEHE!!!! "
O quê!?!? Seu vagabundo! Aqui é a tua noiva! A Joana!
Pois é...assim é...de bêbado não tem dono
Se for beber deixe o celular em casa.
 

sexta-feira, 17 de junho de 2011

ENTRE O AQUI E O ACOLÁ
Em uma pacata cidade do interior,
tudo transcorria normalmente, isto é...
como nos dias anteriores.
Cada habitante conhecia cada habitante.
A mesma senhora a observar o movimento do cotidiano,
para ter o que contar a outra senhora,
sua companheira de fofocas do dia o dia...
falta de como ocupar suas horas vazias...
As crianças indo em direçaõ à escola,
os homens e mulheres, os trabalhadores,
se dirigindo a suas ocupações, etc.
Mas tudo mudaria com a chegada de um estranho, claro!
Em uma cidade de rotinas constantes,
qualquer pequena mudança se nota!
Era um homem de aspecto sombrio, a primeira vista.
Altura mediana, magro, semblante pálido e fechado,
que provoca arrepios em uns, e curiosidade indefinida em outros.
Logo a o chegar, o estranho se dirige a padaria e pede informações.
Seu Manuel, o dono, diz a o estranho que o pequeno hotel ficava a uma quadra dali.
Ele, muito curioso, tenta um diálogo com aquela pessoa.
Mas devido a pouca simpatia do estranho, em seus trajes formais,
de cor escura, quase nada fica sabendo.
E quem conta um conto aumenta um tanto.
Logo o estranho se transforma num ET.
Com passos vagarosos, entra pela porta do pequeno hotel e se dirige`à recepção.
Olha para o gerente, de maneira sombria, com seu olhar penetrante,
de matiz negro brilhante.
O gerente sente um calafrio, ingole em seco...
mas consegue perguntar se o estranho quer um quarto.
Esse responde que sim.
O gerente entrega a chave e o estranho vai para o quarto.
Naturalmente, em uma cidade de pouco mais de oito mil habitantes,
o falatório foi aumentando, mais e mais.
Até que alguém foi escolhido para fazer o estranho se identificar.
O delegado foi designado para a tarefa.
O delegado chama o estranho para ir até a delegacia.
A o chagar a o local, o indivíduo se senta em frente a autoridde, que lhe pergunta:
" O que você quer em nossa cidade? "
Que lhe responde:
" Que está na hora de saber, de uma vez por todas,
que há muito tempo não faz mais parte do mundo dos vivos
você e todo o povo aqui existentes ".
Conclusão: Nem tudo que aparenta existir é verdadeiro e nem toda a fantasia é irreal.
Pois, o que é fantasia e o que é irreal?
 
 
 

quinta-feira, 16 de junho de 2011

A VIOLÊNCIA URBANA

A VIOLÊNCIA URBANA
Um problema que aumenta com o decorrer dos anos.
Trazendo a insegurança,
aumentando o stress,
E a distância entre os homens.
O consumo exagerado, que é pregado ininterruptamente
onde o ter e não ser é que tem importâcia,
e os valores que são a base da sociedade cada vez mais negligenciados.
Tais como o respeito ao Pai e Mãe,
Irmãos e irmas,
e aos mais velhos.
Em contra-partida,
o derespeito dos pais que violentam seus filhos.
Algozes que deveriam educar e proteger.
A miséria gerada pela falta de oportunidade e os sub-empregos
leva ao roubo e ao assassinato...
Os pais que olham impotentes seus filhos morrerem de inanição...
Enquanto houver politicagem, e não uma política séria,
de:EDUCAÇÃO, TRABALHO, SAÚDE, SEGURANÇA, SOLIDARIEDADE E LAZER:
"Todos precisamos relaxar de vez enquando"...
A violência não acaba sem essa base escencial.
Enquanto a mídia que diz que luta contra,
e na realidade fomenta a negatividade,
não mudar sua maneira de fazer comunicação
( incluindo a internet),
a violência não vai diminuir.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

A REVOLUÇÃO FARROUPILHA


JUREMIR MACHADO DA SILVA
GRADUADO EM JORNALISMO E HISTÓRIA,
COM MESTRADO E DOUTORADO EM SOCIOLOGIA DA CULTURA E
PROFESSOR TITULAR DA PUCRS.
PÓS-DOUTORADO NA FRANÇA SOB A ORIENTAÇÃO DE
MICHEL MAFFESOLI, JEAN BAUDRILLLARD E EDGAR MORIN.
Com uma equipe de dez pesquisadores que analisaram 15 mil documentos compos:
A HISTÓRIA REGIONAL DA INFÂMIA-
O DESTINO DOS NEGROS FARRAPOS E OUTRAS INIQUIDADES BRASILEIRAS,
OU COMO SE PRODUZEM OS IMAGINÁRIOS,
que se propoem a desfazer a mitologia a cerca da revolução farroupilha.
Tem 25 livros publicados e prepara um ensaio que pretende lançar em 2011.
 
SOBRE A REVOLUÇÃO FARROUPILHA:
A guerra dos farrapos foi regional, de proprietários e fazendeiros,
não mudou nada em nossas vidas
e não teve maiores consequências para os dias de hoje, a não ser no imaginário das pessoas
em certos festejos e folclore.
Ela não foi o que se apregoa nos CTGS, na semana farroupilha e tudo mais.
Não foi abolicionista, libertadora, nem emancipacionista.
Fazendeiros se sentiam prejudicados em alguns aspectos,
como impostos altos e com desprezo do império pela província.
Eles, no início, não eram republicanos, não pensavam em libertar os escravos,
não tinham grandes ideais.
Tinham, sim, alguns intereses econômicos e não mais.
O processo da revolução os arrastou e eles foram precisando tomar outras posições,
como proclamar uma república, que inicialmente nem mesmo
Neto e Bento Gonçalves queriam.
Eles foram se transformando com o passar dos anos,
MAS ESSA TRANSFORMAÇÃO NUNCA FEZ DELES HERÓIS EMANCIPADORES.
TENTAR DIZER HOJE QUE ELES ERAM PROGRESSISTAS É FALSO e
isso dá para provar, começar pelo fato de que o movimento foi financiado, em determinado momento, pela VENDA DE ESCRAVOS NO URUGUAI, e isso é uma novidade no meu livro e
sobre o qual não adianta eles ( os tradicionalistas ) espernearem e dizerem que não.

Noir

Noir

Ascenção e queda

Ascenção e queda

Aurora dos tempos

Aurora dos tempos

Pré-história

Pré-história

Punck da periferia

Punck da periferia

Juliane

Juliane

Ombro e bico

Ombro e bico

Maluco beleza

Maluco beleza

Relaxando

Relaxando

Fernanda vai à faculdade

Fernanda vai à faculdade

insekto junior

insekto junior

Digitador louco

Digitador louco

O alquimista

O alquimista

Sonhadora

Sonhadora

O muleque

O muleque

menino levado

menino levado