quinta-feira, 18 de agosto de 2011

UM SONHO
Quero correr mãe natureza
Voar mais alto que a certeza
Com os meus pés no chão
Vou sorrir, com sorriso branco
Vou cantar canções
Deste mar, desta terra além
Quero fugir sem ter fugas
Gritar mais alto que a realeza
Com gestos e atitudes...
Doce sorriso branco
Doce pranto puro
Doce amargura santa
Quero ir voar!
Quero ir voar!
Na paz
MENSAGEIRO
Monstro metálico sorrindo
Mensageiro metálico
uah!uah!uah!uah!!!
Gira o Sol e eu estou na sombra
A,a! A,a!A,a!U,u,u,u,u!!!!!
Trago comunicação, eu existo
Monstro metálico sorrindo
Mensageiro metálico
A,a!A,a!A,a!A,a!!!!!
Estória fantástica
AH!AH!AH!AH!!!!
È natural a fantasia
ENCONTRO ASTRAL
Cavalo celeste
Carrega no dorso
A ninfa dourada
Cabelos de fogo
Este alazão alado só segue reto
A ninfa não fala
So brande sua espada
De encontro a o cavaleiro errante, inponente
Seus olhos se tocam
Suas armas se cruzam
Num casamento zodiacal
DESGARRADA
Morena!
Morena!
Nascida a beira do mar
Nascida morena a beira do mar
Olhos grandes
Olhos negros
Fada que fere qualquer coração
No ar da mannhã
Amante insaciável
Morena inda não tem ilusão
Morena, morena
Morena do mar
Cabelos revoltos nas ondas do mar
Tempera o desejo no sal do mar
Morena inda não tem ilusão
Olhos grandes
Olhos negros
Morena, morena
Morena do mar
CANÇÃO DO SOL E DA LUA
Despontou a tarde de frio
Que vai levar este Sol esperado
Que aquece meu corpo
Neste pedaço de chão que eu crio
A folha secando chorou está caindo
E mãe árvore chorou:" Meu filho não morre! "
E a luz do Sol vai se indo
E a pele treme na escuridão que ocorre
Anoitece e a penumbra se remexe
Pra consolo tem a Lua
A luz de uma constelação que já morreu
O velho bruxo se move na rua
Boa noite irmão Sol, bom dia irmã Lua
CAMINHANDO NAS SOMBRAS
descendo do meu céu
Vi uma estrela
Brilho intenso, cadente escuridão
Luz cegante. luz hipnotizante
Seu interior eclodiu
Uma bola negra
Onde minha cegueira eu vi
Um raio de luz atravessa meu coração
Um grito, um brado alto
Imensidão
Fantasia ferida
O sangue jorra, o coração se desnuda
Sem forças, inerte e passivo
A estrela volta, a constelação recompoe
Eh! Luz errante
Eh! meu irmão
Equilíbrio zodiacal, carma de uma vida
escolhas...

quarta-feira, 20 de julho de 2011

DA LUZ A SOMBRA
De manha quando vou chegando
Vejo tanta gente
Vejo gente cançada de ir em frente
Chego o café está servido
Murmúrios silêncio seguido
Sou parte dessa gente
Sou água na vertente
Como raio de Sol espremido
Em nuvens negras
Cúmulos nibus
E vou curtir esse dia
E vou sentir avalia
E vou correr nas terras de ninguém
E vou ver a cor que a noite tem
E de manha...vou chegando
Vejo tanta gente
Gente cançada de ir em frente
O tempo não pára...

terça-feira, 12 de julho de 2011

FONTE SANTO ANTONIO
Paulo e Roberto chegam a cidade.
Paulo:Originário do lugar.
Roberto:Um amigo que vem da capital para conhecer a cidade,
convidado por Paulo.
Um lindo dia de sol, perto do meio-dia,
no sábado.
A mãe recebe Paulo calorosamente:
" Oi filho! Tudo bem? "
Paulo responde:
" Sim mãe. "
" Lembra do amigo que te falei? "
" Roberto essa é minha mãe. "
" Olá! Como vai a senhora? "
" Tudo bem. "
Responde a mãe.
O pai comprimenta o filho:
" Oi filho! Muito trabalho? "
" Muito meu pai! "
" Mas está sendo muito compensador. "
" Esse é Roberto, pai.
" Meu amigo e colega de faculdade, e
também trabalha comigo.
È meu sócio na empresa. "
" Eu falei pra vocês dele. "
Roberto comprimenta o pai e a mãe de Paulo:
" É um prazer. Finalmente estou conhecendo os pais do Paulo,
e a cidade de Santo Antonio.
Ele fala muito nela. "
O pai argumenta:
" Terra da cachaça, rapadura, do sonho e da mulher bonita! "
Muitos risos se fazem ouvir.
" Entrem! ". Convida o pai.
Os dois entram.
Roberto se dirige a seu quarto.
Vou mostrar aonde tu vai ficar.
" Com licença. "
Os pais respondem:
" Toda. "
Devidamente instalados, voltam para a sala de estar.
O pai comenta:
" Voces se conhecem a bastante tempo? "
Roberto responde:
" Faz uns dois anos.
desde que entramos pra faculdade.
Com o passar do tempo ficamos amigos e
agora iniciamos uma pequena empresa,
que vai indo bem, graças a Deus. "
" Assim vamos levando a vida. "
A mãe fala:
" O Paulo já havia falado de você,
dizendo que o traria pra nos conhecer. "
" Sim, ele fala muito das coisas da cidade."
" Principalmente da Fonte Imperial, construida
por escravos. "
" É provalvelmente o lugar mais típico da cidade,
alem dos casarões antigos de origem açoriana. "
" Vamos lá depois do almoço . " Diz Paulo.
Nesse meio tempo a mãe chama todos para o almoço:
" Está na mesa. "
Todos se dirigem para a sala de refeições.
Na conversa corriqueira, risos e contos do lugar.
Depois de uma refeição saborosa, um cafezinho pra fazer melhor a digsetão.
Algum tempo depois Paulo convida:
" Vamos até a fonte ! "
" Ok! Vamos conhece-la! " Fala Roberto com entusiasmo.
Os dois descem pela avenida até a fonte que não fica longe da casa de Paulo.
Paulo fala divertido:
" Essa é a fonte. "
Roberto dirige um olhar analítico para o lugar e diz:
" Que lugar bacana! "
Paulo comenta:
" Aqui D.Pedro II parou para descançar e então,
mandou construir a fonte pelas mãos dos escravos. "
" Essa é a àgua que ele bebeu? "
Roberto comenta:
" Vou beber pra sentir o gosto. "
Assim dizendo, chega até o bebedouro e sorve um grande gole.
" Que àgua boa! "
E bebe mais um pouco.
Paulo comenta:
"Diz a lenda que quem bebe dessa àgua se casa em Santo Antonio. "
" Todo o lugar antigo tem algum tipo de mito. "
E bebe mais um gole farto daquela àgua fresca e deliciosa.
Roberto pensa:
" E se dá certo?? " hehe...
Um sorriso irônico se desenha em seu rosto.
 
Passam-se os anos...
Roberto está navegando pela internet e conhece uma garota.
Os dois começam uma conversa.
Com o passar dos dias o papo vai se tornando e mais próximo...
as confidências aumentam, a intimidade aumenta e a vontade vai crescendo
como tinha de ser, como diz o Renato Russo da Legião Urbana.
Descidem se conhecer.
Assim marcam um encontro.
Roberto acaba sabendo que a garota chamada Laura é de Santo Antonio.
Até então ele havia esquecido esse detalhe...mais interessado estava em conhecer a personalidade dela.
Seus gostos e outras cositas mais!
Conversa vai, conversa vem, acontece o primeiro beijo.
Começa o namoro...
Com o passar do tempo se casam e VEM MORAR EM SANTO ANTONIO!
Constroem família.
Ao ver seu filho se dirigir a pia da cozinha e pegar um copo d´àgua e beber,
se lembra das palavras do amigo.
" Quem bebe dessa àgua se casa em Santo Antonio. "
Sorri olhando seu filho.
 
 
 
 
 
 

quinta-feira, 23 de junho de 2011

EDUCAÇÃO NO BRASIL
A educação no Brasil passa pelo mesmo processo de a muito anos.
Entra político e sai político e a cena se repete.
Discurso ensaidos a o longo dos anos,
sempre com a mesma conotação.
Professores mal- remunerados, com carga de trabalho excessiva,
para poder ter um pouco mais de dignidade.
Alguns bem preparados, outros nem tanto.
Por culpa da falta de condições imposta a o longo dos anos de governos
e seus discursoso vazios.
Há muitos cursos criados, sem dúvida, que podem dar uma chance a quem não teve.
Porém, a falta de respeito e consideração a o professor,
que tem a mais divina das missões.
torna o ensino o que é hoje...
professores desestimulados,
alunos desestimulados.
Transporte ou merenda é obrigação!!!
Está na lei!!!
Por este motivo aprendia amar e respeitar meus professores e professoras.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Uma situação engraçada

UMA SITUAÇÃO ENGRAÇADA
AMIGOS À PARTE
Numa bela tarde confidenciava alegremente,
dois dos mais chegados amigos.
Bela tarde de sol sob o verão.
A o longe, o verde das colinas e pássaros piando de contentamento.
HEHEHE!!!!! A risada já corria solta.
Os dois companheiros já na quinta cerveja.
E a conversa...bão...
a conversa já estava ficando proibida para menores.
" Mas bah! se m...fosse mulher já tava todo c...HEHEHE!!!!!! "
Já ia lá pela oitava cerveja.
Então um dos amigos resolve telefonar pra uma garota.
Só que o lesado é noivo!!!
" TRIM!!!TRIM!!!TRIM!!!Alô!!!HEHEHE!!!!! e a e gatona!!!!
Vamo cume uma pizza hoje???HEHEHE!!!!!
Gostosa! Luciana minha gostosa!HEHEHE!!!! "
O quê!?!? Seu vagabundo! Aqui é a tua noiva! A Joana!
Pois é...assim é...de bêbado não tem dono
Se for beber deixe o celular em casa.
 

sexta-feira, 17 de junho de 2011

ENTRE O AQUI E O ACOLÁ
Em uma pacata cidade do interior,
tudo transcorria normalmente, isto é...
como nos dias anteriores.
Cada habitante conhecia cada habitante.
A mesma senhora a observar o movimento do cotidiano,
para ter o que contar a outra senhora,
sua companheira de fofocas do dia o dia...
falta de como ocupar suas horas vazias...
As crianças indo em direçaõ à escola,
os homens e mulheres, os trabalhadores,
se dirigindo a suas ocupações, etc.
Mas tudo mudaria com a chegada de um estranho, claro!
Em uma cidade de rotinas constantes,
qualquer pequena mudança se nota!
Era um homem de aspecto sombrio, a primeira vista.
Altura mediana, magro, semblante pálido e fechado,
que provoca arrepios em uns, e curiosidade indefinida em outros.
Logo a o chegar, o estranho se dirige a padaria e pede informações.
Seu Manuel, o dono, diz a o estranho que o pequeno hotel ficava a uma quadra dali.
Ele, muito curioso, tenta um diálogo com aquela pessoa.
Mas devido a pouca simpatia do estranho, em seus trajes formais,
de cor escura, quase nada fica sabendo.
E quem conta um conto aumenta um tanto.
Logo o estranho se transforma num ET.
Com passos vagarosos, entra pela porta do pequeno hotel e se dirige`à recepção.
Olha para o gerente, de maneira sombria, com seu olhar penetrante,
de matiz negro brilhante.
O gerente sente um calafrio, ingole em seco...
mas consegue perguntar se o estranho quer um quarto.
Esse responde que sim.
O gerente entrega a chave e o estranho vai para o quarto.
Naturalmente, em uma cidade de pouco mais de oito mil habitantes,
o falatório foi aumentando, mais e mais.
Até que alguém foi escolhido para fazer o estranho se identificar.
O delegado foi designado para a tarefa.
O delegado chama o estranho para ir até a delegacia.
A o chagar a o local, o indivíduo se senta em frente a autoridde, que lhe pergunta:
" O que você quer em nossa cidade? "
Que lhe responde:
" Que está na hora de saber, de uma vez por todas,
que há muito tempo não faz mais parte do mundo dos vivos
você e todo o povo aqui existentes ".
Conclusão: Nem tudo que aparenta existir é verdadeiro e nem toda a fantasia é irreal.
Pois, o que é fantasia e o que é irreal?
 
 
 

quinta-feira, 16 de junho de 2011

A VIOLÊNCIA URBANA

A VIOLÊNCIA URBANA
Um problema que aumenta com o decorrer dos anos.
Trazendo a insegurança,
aumentando o stress,
E a distância entre os homens.
O consumo exagerado, que é pregado ininterruptamente
onde o ter e não ser é que tem importâcia,
e os valores que são a base da sociedade cada vez mais negligenciados.
Tais como o respeito ao Pai e Mãe,
Irmãos e irmas,
e aos mais velhos.
Em contra-partida,
o derespeito dos pais que violentam seus filhos.
Algozes que deveriam educar e proteger.
A miséria gerada pela falta de oportunidade e os sub-empregos
leva ao roubo e ao assassinato...
Os pais que olham impotentes seus filhos morrerem de inanição...
Enquanto houver politicagem, e não uma política séria,
de:EDUCAÇÃO, TRABALHO, SAÚDE, SEGURANÇA, SOLIDARIEDADE E LAZER:
"Todos precisamos relaxar de vez enquando"...
A violência não acaba sem essa base escencial.
Enquanto a mídia que diz que luta contra,
e na realidade fomenta a negatividade,
não mudar sua maneira de fazer comunicação
( incluindo a internet),
a violência não vai diminuir.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

A REVOLUÇÃO FARROUPILHA


JUREMIR MACHADO DA SILVA
GRADUADO EM JORNALISMO E HISTÓRIA,
COM MESTRADO E DOUTORADO EM SOCIOLOGIA DA CULTURA E
PROFESSOR TITULAR DA PUCRS.
PÓS-DOUTORADO NA FRANÇA SOB A ORIENTAÇÃO DE
MICHEL MAFFESOLI, JEAN BAUDRILLLARD E EDGAR MORIN.
Com uma equipe de dez pesquisadores que analisaram 15 mil documentos compos:
A HISTÓRIA REGIONAL DA INFÂMIA-
O DESTINO DOS NEGROS FARRAPOS E OUTRAS INIQUIDADES BRASILEIRAS,
OU COMO SE PRODUZEM OS IMAGINÁRIOS,
que se propoem a desfazer a mitologia a cerca da revolução farroupilha.
Tem 25 livros publicados e prepara um ensaio que pretende lançar em 2011.
 
SOBRE A REVOLUÇÃO FARROUPILHA:
A guerra dos farrapos foi regional, de proprietários e fazendeiros,
não mudou nada em nossas vidas
e não teve maiores consequências para os dias de hoje, a não ser no imaginário das pessoas
em certos festejos e folclore.
Ela não foi o que se apregoa nos CTGS, na semana farroupilha e tudo mais.
Não foi abolicionista, libertadora, nem emancipacionista.
Fazendeiros se sentiam prejudicados em alguns aspectos,
como impostos altos e com desprezo do império pela província.
Eles, no início, não eram republicanos, não pensavam em libertar os escravos,
não tinham grandes ideais.
Tinham, sim, alguns intereses econômicos e não mais.
O processo da revolução os arrastou e eles foram precisando tomar outras posições,
como proclamar uma república, que inicialmente nem mesmo
Neto e Bento Gonçalves queriam.
Eles foram se transformando com o passar dos anos,
MAS ESSA TRANSFORMAÇÃO NUNCA FEZ DELES HERÓIS EMANCIPADORES.
TENTAR DIZER HOJE QUE ELES ERAM PROGRESSISTAS É FALSO e
isso dá para provar, começar pelo fato de que o movimento foi financiado, em determinado momento, pela VENDA DE ESCRAVOS NO URUGUAI, e isso é uma novidade no meu livro e
sobre o qual não adianta eles ( os tradicionalistas ) espernearem e dizerem que não.

Noir

Noir

Ascenção e queda

Ascenção e queda

Aurora dos tempos

Aurora dos tempos

Pré-história

Pré-história

Punck da periferia

Punck da periferia

Juliane

Juliane

Ombro e bico

Ombro e bico

Maluco beleza

Maluco beleza

Relaxando

Relaxando

Fernanda vai à faculdade

Fernanda vai à faculdade

insekto junior

insekto junior

Digitador louco

Digitador louco

O alquimista

O alquimista

Sonhadora

Sonhadora

O muleque

O muleque

menino levado

menino levado